sábado, 29 de dezembro de 2007

O Amigo de todas as Horas

Que jesus nos acompanhe e nos guie somente para caminhos que levem para a paz, saúde, amor e alegria!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O Lúdico na Sala de Aula


O Lúdico apresenta valores para todas as fases da vida humana. O brincar é uma atividade natural, espontânea e necessária para a criança, constituindo-se por isso em peça importantíssima na sua formação. Seu papel transcende o mero controle de habilidades , é muito mais abrangente. Através das atividades lúdicas a criança constrói seu próprio mundo. Jogar, responde à necessidade de garantir uma posição ativa de ser sujeito em uma experiência, dominando-a. No jogo de papéis , a criança assume papéis da vida adulta, e isso proporciona que ela faça mediação entre o real e o imaginário.
Através dos jogos, o educando explora muito mais sua criatividade, melhora sua conduta no processo ensino – aprendizagem e sua auto estima, porém, o educador deve ter cuidado de como são afixados os jogos em seus fins pedagógicos , para que não se transformem em atividade dirigida e manipuladora. Se isso ocorrer o jogo deixará de ser jogo pois não será caracterizado com liberdade e espontaneidade.
Uma das alternativas adotadas pelos educadores para que este problema da anulação do sentido do Lúdico não aconteça é evitar a intervenção no jogo.
O papel do professor é de fundamental importância para a difusão e aplicação de recursos lúdicos. O professor ao se conscientizar das vantagens do lúdico, adequará a determinadas situações de ensino, utilizando-as de acordo com suas necessidades. Uma aula inspirada no lúdico, não é necessariamente aquela que ensina conteúdos com jogos, mas aquela em que as características do brincar estão presentes, influindo no modo de ensinar do professor, na seleção dos conteúdos, no papel do aluno. O professor interessado em promover mudanças, como pesquisador estará em busca de ações educativas eficazes. Utilizando o lúdico o aprendizado se daria em um ambiente mais agradável, pontuado pela coragem de professores que não tem medo de sonhar. Uma aula lúdica é uma aula que se assemelha ao brincar - atividade livre, criativa, imprevisível, capaz de absorver a pessoa que brinca, não centrada na produtividade. A tensão do direito de saber, a vontade de participar e a alegria da conquista estarão presentes em todos os momentos desta aula. Através do lúdico o aluno desenvolve potencialmente sua criatividade e o indivíduo criativo é um elemento importante para o funcionamento efetivo da sociedade, pois é ele que faz e promove mudanças.
Através do Lúdico pode-se trabalhar vários conteúdos, pude perceber isto ao realizar trabalhos envolvendo contação de histórias, música, teatro , artes visuais, confecções de brinquedos ou jogos de sucatas e que muitas vezes estavam entrelaçados com assuntos diversos como meio ambiente, numerais , leitura e escrita, etc..
Nos diz o texto: "Brincar na sala de aula é uma aposta".
Acredito que todos nós , professores , que acreditamos em mudanças, que somos curiosos e que estamos sempre em busca de ações educativas eficazes, devemos sim apostar no Lúdico na Sala de Aula, para mim Sala de Aula é sim ,Lugar de Brincar.



Tecnologia em Minha Vida


O reconhecimento da importância do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação favoreceu a incorporação de diferentes tecnologias em minha vida pessoal , em minhas práticas pedagógicas e em outras atividades. No telecentro da escola onde trabalho, as tecnologias foram utilizadas de acordo com os propósitos educacionais e as estratégias mais adequadas para propiciar aos alunos uma aprendizagem que pudesse trazer contribuições significativas.
No processo de incorporação das tecnologias em minhas experiências, aprendi a lidar com a diversidade, a abrangência e a rapidez de acesso às informações, bem como as novas possibilidades de comunicação e interação, o que propiciou-me novas formas de aprender, ensinar e produzir conhecimento. A educação do cidadão, não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico - tecnológico, cuja característica geral está na informação digitalizada como nova estrutura básica, como novo modelo de produçaõ. O computador e a internet definem uma nova ambiência informacional e dão o tom da nova lógica comunicacional. Se nós, professores, não incluirmos a tecnologia na educação das novas gerações, estaremos na contramão da história, alheios ao espírito do tempo. Quando convido o aluno a visitar um site, eu não apenas lanço mão da nova mídia para potencializar a aprendizagem de um conteúdo curricular, mas contribuo pedagógicamente para a inclusão deste aluno no mundo tecnológico.
A contribuição da educação para a inclusão do aluno, no mundo tecnológico, exige um aprendizado prévio por parte do professor.
Desde que iniciei o curso PEAD, meu crescimento nas aprendizagens da área tecnológica foram evidentes. Inicialmente eu só sabia utilizar editores de texto para preparar avisos e trabalhinhos para os alunos. A utilização do correio eletrônico e de ferramentas diversificadas, construção de Pbwkis, Blogs, montagem de gráficos e tabelas, pesquisas na internet, edição de imagens, acesso a jogos, inclusão de links, leitura e criação de hipertextos, produções e apresentações no MS Power Point, acesso e habilidade para estudar no ambiente ROODA, foram grandes conquistas na área tecnológica adquiridas lentamente por mim.
A construção de um Blog da turma , contendo atividades trabalhadas durante o ano letivo, participação de eventos , fotos , notícias e convites foi um grande passo tecnológico em minha vida profissional, juntamente com meus alunos. Pesquisas na internet, realizadas durante o semestre referentes a grupos musicais de minha cidade, obras de arte, biografia de autores e compositores, letras de música, poesias, histórias infantis , imagens diversas, informações referentes a teatro fizeram parte de meus estudos e foram imprescendíveis.
Creio que meu aprendizado na área tecnológica foi bastante significativo, devendo ainda ser ampliado cada vez mais na busca de novos conhecimentos nesta área.

domingo, 2 de dezembro de 2007

MPB para Crianças

Através da interdisciplina "Música na Escola", realizei com meus alunos um Trabalho Musical Referente a MPB. Apresentei para as crianças o CD "Arca de Noé", onde puderam conhecer canções de Toquinho e Vinícius de Morais. Foi um trabalho bastante rico , pois além de conhecer músicas diferentes e de repertório rico os alunos aprenderam a identificar algo do vocabulário musical. Os trabalhos consistiam em desenvolver a entonação das crianças e a marcação do tempo, dentre outras coisas. Destacando a música "A Casa" as crianças cantaram a mesma de formas diferenciadas envolvendo volume agudo e grave, andamento rápido e lento, intensidade alta e baixa. Os alunos confeccionaram , desenhos , dobradura, e chocalhos com material de sucata. Dramatizaram a música de forma alegre e divertida. Realizaram a apresentação da música "A Casa" , acompanhando-a com os chocalhos para outras turmas da escola que participaram de um momento de troca de experiências ,apresentando as músicas "O Pato" e "Aquarela", pois também realizaram simultaneamente trablhas musicas com suas professoras.
Desenvolvendo trabalhos musicais os alunos aprendem conceitos básicos de apreciação musical, como o reconhecimento de instrumentos, diferentes timbres, rítmos, altura, intensidade, marcação do tempo e também ampliam seu repertório musical que é muitas vezes limitado ao que é oferecido pela mídia de massa.

Agumas fotos do trabalho musical desenvolvido:



sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Brincadeiras Independentes


Segundo material estudado referente ao Papel do jogo na Educação das Crianças da Profª Gisela W. França, indicado através da interdisciplina Ludicidade e Educação, quero colocar que apreciei muito a parte em que ressalta que brincadeiras independentes , na escola ,podem transformar-se em recurso pedagógico pré-escolar de construção do conhecimento pelas crianças e como instrumento de organização autônomo e independente das mesmas, considerando-se que as brincadeiras que as crianças trazem de casa ou da rua e que organizam independentemente do adulto são como diagnóstico daquilo que já conhecem, seja do mundo físico ou social assim como do afetivo.
Em um período , uma vez por semana, oportunizo meus alunos a terem um momento para brincarem livremente no pátio da escola com brinquedos como: carrinhos, bonecos, bonecas, panelinhas, ou outros que mais gostem. Durante as brincadeiras observo-os e noto o quanto demontram suas vivências , seus repertórios de vida. Já presenciei situações de alunas imitando suas mães, xingando e batendo muito em seus filhos, um menino que imitava seu padrasto alcoólatra, outros alunos simulando assaltos ou cenas de violência que vivenciam ou vêem através de televisão, rádio ou jornal. Após observar todas essas experiências expostas pelas crianças, procuro agora depois dos estudos realizados nesta interdisciplina , como mediadora ,levar os assuntos e as questões abordadas nas brincadeiras para a sala de aula auxiliando as crianças nas suas reais necessidades e buscas em compreender e agir sobre o mundo em que vivem.
Fotos dos alunos brincando no pátio da escola, de casinha:

Contação de História

A partir das contribuições dos autores lidos indicados (Fanny Abramovich, Celso Cisto e Patrícia Lane), através da interdisciplina Literatura Infanto Juvenil, gostaria de ressaltar que a Contação de Histórias pode promover a imaginação, a curiosidade, a reflexão, a busca pelo conhecimento, o desenvolvimento da linguagem e da criatividade, além de trabalhar a observação, a atenção e as emoções . Tendo em vista toda esta riqueza que pode ser promovida com a contação de histórias, realizei com meus alunos a contação da história "O Menino e o Muro" da autora Sônia Junqueira e Editora Ática . O livro conta a história de um menino que achava o muro de sua casa feio e triste e um dia resolveu pintá-lo utilizando muitas cores e realizando desenhos diversos, letras, palavras, números. Os alunos acompanharam a história com muito prazer e encantamento, se viam no lugar do menino, então após a leitura levei-os ao saguão da escola e convidei-os para pintarem algumas placas de proteção, feias e manchadas , expostas no mesmo. Foi alegria geral, distribuí tintas , pincéis,e deixei os alunos à vontade para pintarem o que desejassem . É claro que em meio a tantas tintas e euforia a "sujeira" foi bonita. As crianças se sentiram como o menino da história: Felizes e satisfeitas com as obras que fizeram , deixando assim nossa escola mais alegre, colorida e divertida. Esta proposta desenvolvida se revelou muito interessante e gratificante para o grupo que ficou mais integrado, criativo, e livres para exporem suas emoções , vontades e gostos.
Fotos de algumas pinturas realizadas nas placas:

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Peça Teatral



A partir da contação da história "Caraoquê, O Caracol" da autora Gerusa Rodrigues Pinto, meus alunos e eu , tivemos a idéia de montarmos uma peça teatral, referente a história que falava de um caracol que vivia triste e insatisfeito com sua vida, mas com a ajuda de seus amigos, os animaizinhos do bosque, conseguiu encontrar sua felicidade e aceitar-se como era . Foram confeccionados fantoches de vara, bonecos mais simples , mais baratos e de confecção fácil, com a característica principal de serem sustentados por uma vara, feitos com cartolinas e palitos de churrasco. Os alunos representaram a história várias vezes para os próprios colegas, iam trocando os papéis e realizando algumas improvisações, sempre demonstrando alegria, divertimento e prazer na atuação.
O Teatro na Escola tem uma importância fundamental na educação. Ele permite ao aluno uma enorme "gama" de aprendizados, podem ser citados como exemplos a socialização, a criatividade, a coordenação, a memorização, o vocabulário e muitos outros.
Através do teatro, o professor pode perceber traços da personalidade do aluno , seu comportamento individual e em grupo, traços do seu desenvolvimento e essa situação permite ao educador, um melhor direcionamento para a aplicação do seu trabalho pedagógico.

domingo, 18 de novembro de 2007

Fábulas



Realizando pesquisas e leituras referentes às Fábulas, propostas pela Interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil, adquiri alguns conhecimentos sobre este tipo de história .As Fábulas são pequenas histórias que transmitem uma lição de moral. Os personagens das fábulas são geralmente animais, que representam tipos humanos, como o egoísta, o ingênuo, o espertalhão, o vaidoso, o mentiroso, etc
A fábula é uma das mais antigas formas de narrativa. Muitos escritores dedicaram-se às fábulas, mas três ficaram mundialmente famosos: o grego Esopo (século VI a.C.), o latino Fedro (15 a.C. - 50 d.C.) e o francês Jean de La Fontaine (1621 - 1695).
No Brasil, Monteiro Lobato (século XX) foi quem as recriou. Millôr Fernandes é um escritor carioca que recriou as antigas fábulas de Esopo e La Fontaine, de forma satírica e engraçada.
Através de uma atividade com Fábulas, você pode favorecer o desenvolvimento criativo dos alunos, através de diferentes expressões, tais como: desenhos, músicas, produções de textos e dramatizações , bem como refletir com os alunos os valores que são transmitidos através das mesmas .Com certeza, após ter me apropriado destas idéias sobre as Fábulas, elas terão um maior destaque em minhas aulas, proporcionando um aprendizado mais rico e agradável aos meus alunos.

sábado, 17 de novembro de 2007

Contos de Fadas



Estudar a importância dos Contos de Fadas na vida das crianças, através da Interdisciplina Literatura , foi algo bastante enriquecedor para minhas aprendizagens. Pude reconhecer que mesmo repetidos por vários séculos,os Contos de Fadas não perdem a atualidade e a magia porque tratam de conflitos humanos de socialização e trazem mensagens essenciais ao desenvolvimento da criança.É possível encontrar em vários deles citações sobre nascimentos, rupturas de laços familiares, sucessos e fracassos. Ler Contos de Fadas proporciona o contato com os conflitos humanos, traz familiaridade com a estrutura narrativa e favorece o conhecimento da linguagem literária. De acordo com a matéria que li nas páginas 52 a 54 , da Revista Nova Escola ,edição de setembro de 2005, editora Abril, para a escritora Ana Maria Machado, os Contos de Fadas ,pertencem ao Gênero literário mais rico do imaginário popular .
"Essas histórias funcionam como válvula de escape e permitem que a criança vivencie seus problemas psicológicos de modo simbólico, saindo mais feliz dessa experiência".
A idéia foi difundida após a divulgação dos estudos do psicólogo austríaco Bruno Bettelhein (1903-1990). Para ele nenhum tipo de leitura é tão enriquecedor e satisfatório do que os Contos de Fadas, pois eles ensinam sobre os problemas interiores dos seres humanos e apresentam soluções em qualquer sociedade. Ou seja,a fantasia ajuda a formar a personalidade e por isso não pode faltar na educação.

Conhecimento Musical

A aula presencial da Interdisciplina Música na Escola que aconteceu no dia 13/11 foi muito importante para meu aprendizado. Ampliei meus conhecimentos em Música, identificando quais são as Formas de Relação do Ser Humano com a Música, Elementos Fundamentais da Música, Parâmetros do Som e como contamos e dividimos o Tempo na Música. A partir da aula, aprecio algumas músicas realizando uma análise do ritmo, instrumentos utilizados, altura (grave ou agudo) e o compasso através das técnicas demonstradas e praticadas na aula presencial. A atividade grupal de demonstrar diferentes Parâmetros do Som ,cantando uma música, foi bastante criativa e uma ótima sugestão de atividade para ser desenvolvida com nossos alunos.